- A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes do Hospital Tacchini (CIHDOTT) está sob a coordenação da Dra. Rosana Buffon.
- A doação dos órgãos dos pacientes que vão a óbito ou entram no estágio de morte encefálica depende, basicamente, da autorização dos respectivos familiares. Somente eles podem autorizar a retirada de órgãos, mesmo que o paciente tenha deixado por escrito a autorização previamente.
- Doar órgãos não apaga a dor da perda, mas traz um conforto muito grande. Estudos comprovam que muitas famílias sentem-se muito bem ao saber que a perda de um parente pode ser parcialmente compensada ao beneficiar outras pessoas. A retirada dos órgãos é uma cirurgia realizada com todos os cuidados de reconstituição do corpo, o que também é obrigatório por lei.
Doação em Vida
- Também existe a doação de órgãos de pessoas vivas. A compatibilidade sanguínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso.
- Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo, como um rim, uma parte do fígado, pâncreas e tecido, como a medula óssea, para que possa ser transplantado em alguém da sua família. A doação em vida pode ser realizada em caso de parentesco até o 4º grau ou com autorização judicial para quem não é parente. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema para o doador.
Doações em 2009
Em 2009, o Hospital Tacchini teve como resultados: 194 doações de córneas; 2 doadores de múltiplos órgãos; e 6 doadores de Tecidos Músculos Esqueléticos (ossos).
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Hospital Dr. Bartholomeu Tacchini